sábado, 25 de maio de 2013

O começo do fim do amor eterno




Você reinventou cada traço do que fui
Sem perceber que amava exatamente quem eu era
Enfim está diante do homem perfeito
Mas parece frustrada
Agora eu sou demais pra você?!
Entenda, o problema nunca foi comigo
Você se apaixonou pelo cara errado


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Amor próprio

Não é que eu não queira namorar ou não acredite no amor, mas de tanto priorizar outras pessoas e até tentar mudar por elas, eu aprendi a me valorizar e desde então, tenho sido muito egoísta, dedicando-me apenas a mim mesmo. 



Descobri que nunca estou sozinho, pois sempre estou comigo, sendo assim, deixei de ser aquele garoto dependente dos demais para sentir-se feliz. Percebi que sou completamente apaixonado por mim e já não sei se consigo me dividir com alguém.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quebre as correntes

O racismo cria forças porque o negro se sente ofendido ao ser identificado como tal. O preconceito está dentro de cada um de nós. A escravidão foi abolida, mas pouquíssimos se libertaram das correntes.



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Apenas um fato

Você percebe que está sozinho quando ninguém ao seu redor é capaz de ouvir o grito do seu silêncio.



quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Não basta

É muito fácil conhecer pessoas legais, o problema na verdade é que eu prefiro pessoas interessantes.



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Obstáculos? Sempre!

Todos queremos evitar frustrações, mas os únicos que não caem são aqueles que já estão no chão.



Resenha: documentário Ilha das Flores

O documentário Ilha das Flores não precisa de mais de cerca de apenas 13 minutos para reclamar o ciclo da sociedade consumista e a absurda desigualdade social brasileiras.
Baseando-se em dados estatísticos de história, ciência, sociologia e conhecimentos gerais, relatando relações humanas e socioeconômicas, o curta apresenta o passado, o presente e o futuro dos fatos, mais especificamente dos tomates que são nada mais e nada menos que os protagonistas do relato, como um percurso, no qual aponta as feridas e cicatrizes de uma distribuição de renda no mínimo deficiente.


O trabalho é narrado do começo ao fim por Paulo José que se mostra crítico e irônico, tornando o documentário até divertido, adjetivos que empregam-se também ao nome do local “Ilha das Flores”, onde se passa parte da história, que é na verdade um lixão, daí o título do curta.


Com produção de Giba Assis Brasil, Mônica Schmiedt e Nôra Gulart, edição também por Giba Assis Brasil e roteiro de Jorge Furtado, o drama ratificou sua força conquistando os prêmios de Melhor Curta, Melhor Edição, Melhor Roteiro e Crítica no Festival de Gramado em 1989, Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990, Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand e Prêmio do Público na Competição “No Budget” no Festival de Hamburgo em 1991.


A marca registrada gritante de Ilha das Flores que chama atenção é a criatividade. Por fim, quem diria que o trajeto de um simples tomate poderia descrever a política econômica da sociedade em si?

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